A TTSL – Transtejo Soflusa fechou março deste ano a transportar 1 840 779 passageiros. Este valor representa um crescimento de 8% em relação ao período homólogo de 2025, quando 1 705 422 passageiros viajaram na TTSL.
Deste total de passageiros transportados, quase meio milhão (467 816) atravessaram o Tejo em navios elétricos. Estes valores representam uma subida astronómica de cerca de 800%, comparativamente aos 53 188 do mesmo período do ano passado. O aumento exponencial explica-se pelo facto da TTSL já ter recebido a totalidade da frota de 10 navios e da operação elétrica abranger agora Seixal (100%) e Cacilhas.
Numa análise mais detalhada por cada uma das ligações, conclui-se que a travessia Seixal-Cais do Sodré registou um dos aumentos mais significativos (15%), tendo passado de 88 714 para 102 184 passageiros transportados nos períodos homólogos em análise. Um crescimento que coincide com a consolidação da operação 100% elétrica nesta ligação fluvial.
A subida percentual mais alta registou-se na ligação à Trafaria (20%), o que em termos absolutos significa que o número de passageiros subiu de 26 929 para 32 255.
Barreiro, a ligação fluvial com mais procura, continua a crescer: foram transportados 987 513 passageiros em março de 2026, mais 5% do que em igual período do ano passado (937 675).
A ligação de Cacilhas, que em novembro de 2025 passou também a ser operada por navios elétricos, observou um aumento de procura de 12% – cresceu de 559 937 para 625 281 passageiros transportados no período em análise. Deste total de passageiros, 365 216 viajaram em elétricos.
Já o número de passageiros que escolheram a rota do Montijo aumentou de 92 167 para 93 546, ou seja, mais 2% relativamente a março do ano passado. 754 fizeram a travessia em navios elétricos.
“Este aumento da procura significa que as pessoas confiam cada vez mais na TTSL. Sabem que somos previsíveis e fiáveis, que podem viajar confortavelmente, sempre sentadas, que poupam tempo a fazer a travessia do Tejo. No final do dia, ganham qualidade de vida e dão também um contributo para a descarbonização”, considera o presidente da TTSL – Transtejo Soflusa, Rui Rei.