A nossa história

Desde 1975, foram vários os acontecimentos que marcaram a história da TTSL – Transtejo Soflusa.

 

1975

Fundação da Transtejo


Um imperativo de unidade e de serviço público fez convergir as 5 empresas familiares que uniam a margem sul do Tejo à Capital, com o objetivo principal de garantir a qualidade e segurança dos passageiros nas travessias diárias.

 

1980

Receção dos Cacilheiros

 

Desencadeou-se um processo de modernização da frota de navios, através da aquisição Cacilheiros com capacidade para 500 Passageiros.

 

1993

Fundação da Soflusa

 

A partir do sector fluvial da CP, nasce, no Barreiro, a articulação da rede ferroviária a Norte e a Sul do estuário do Tejo.

 

1998 

Entrada ao serviço dos catamarãs na Transtejo

 

Os catamarãs Aroeira, Carnide, Sé e Chiado introduziram novos padrões de qualidade e de conforto no transporte fluvial no Tejo, permitindo não só ligações mais rápidas entre as duas margens, como uma maior satisfação dos passageiros com o serviço prestado pela Transtejo, nas ligações do Montijo e do Seixal.

 

2001

Transtejo adquire a Soflusa

 

A Transtejo adquiriu a totalidade do capital social da Soflusa e, consequentemente, os membros do Conselho de Administração da Transtejo foram nomeados administradores da Soflusa.

 

2004

Entrada ao serviço da frota DAMEN


Catamarãs com capacidade para 600 passageiros passam a operar na ligação Barreiro – Terreiro do Paço.

 

2011

Entrada ao serviço do novo ferry

 

Em fevereiro, entrou ao serviço regular o novo ferry da frota: “Lisbonense” e, no mês seguinte, a frota é reforçada com a entrega do segundo ferry, o “Almadense”.

 

2019

Lançamento da App TTSL e de Wi-Fi a bordo e nas estações e terminais fluviais

 

As funcionalidades da App e o lançamento do Wi-Fi TTSL constituíram uma aposta na modernização tecnológica da comunicação com os passageiros.

 

2023

Receção do 1.º navio da frota elétrica: Cegonha-Branca

 

O investimento numa frota de navios ambientalmente sustentável, dotada de um sistema de propulsão 100% elétrico, com consumos energéticos inferiores às dos navios a combustão e sem emissões de GEE, enquadrou-se na estratégia nacional para a descarbonização.

 

2025

Receção do 10.º navio da frota elétrica: Peneireiro-Cinzento