Através de uma iniciativa inédita de articulação no setor, os operadores de transporte público da Área Metropolitana de Lisboa, em parceria com o gestor da rede rodoviária e ferroviária nacional, juntam-se numa ação conjunta para combater o vandalismo, um fenómeno crescente que afeta transversalmente todo o sistema de mobilidade.
Participam nesta iniciativa a Alsa Grupo S.L.U., a Barraqueiro Transportes, a Carris, a CP-Comboios de Portugal, a Fertagus, o Metropolitano de Lisboa, a Rodoviária de Lisboa, a T.S.T. – Transportes Sul do Tejo, a TTSL – Transtejo Soflusa, a Viação Alvorada, a Transportes Metropolitanos de Lisboa (enquanto Carris Metropolitana) e a própria Infraestruturas de Portugal, enquanto gestora da infraestrutura ferroviária.
Um problema que custa milhões e afeta todos os clientes
Entre 2023 e 2025, os atos de vandalismo registaram um aumento expressivo, gerando prejuízos diretos que ascendem a 3 milhões de euros. Contudo, o seu impacto vai além dos custos financeiros, traduzindo-se igualmente em atrasos, imobilização de veículos, indisponibilidade de equipamentos, necessidade de reforço das operações de limpeza e numa perceção acrescida de insegurança.
“O quarto desarrumado”: uma imagem simples para um problema coletivo
A campanha recorre a uma metáfora imediata — um quarto desarrumado — para aproximar o problema do quotidiano, sobretudo dos mais jovens. A mensagem é clara: o espaço público é um espaço de todos, e o seu cuidado começa em cada um.
Com a assinatura “Escolhe marcar a diferença, não o transporte”, a iniciativa desafia todos a assumirem um papel ativo na preservação do sistema de transporte, reforçando a importância de fazer a diferença pela positiva, cuidando, e não prejudicando, um bem que é de todos.
Da sensibilização à ação no terreno
A campanha arranca com uma forte presença em meios digitais, redes sociais, veículos e estações em toda a Área Metropolitana de Lisboa. Numa segunda fase, avançará para ações diretas em escolas, reforçando o foco nos públicos mais jovens.
Uma resposta inédita do setor da mobilidade
Mais do que uma campanha, trata-se de uma mudança de paradigma: pela primeira vez, operadores rodoviários, ferroviários e fluviais, juntamente com a autoridade metropolitana e o gestor da infraestrutura, atuam de forma coordenada para enfrentar um problema comum.
O objetivo é claro: reduzir o vandalismo, melhorar a experiência de viagem e reforçar a qualidade e fiabilidade do transporte público.
Veja o vídeo e perceba como um gesto individual pode fazer a diferença num problema que afeta todos (para mais informação, consulte o site da campanha).
A TTSL – Transtejo Soflusa fechou março deste ano a transportar 1 840 779 passageiros. Este valor representa um crescimento de 8% em relação ao período homólogo de 2025, quando 1 705 422 passageiros viajaram na TTSL.
Deste total de passageiros transportados, quase meio milhão (467 816) atravessaram o Tejo em navios elétricos. Estes valores representam uma subida astronómica de cerca de 800%, comparativamente aos 53 188 do mesmo período do ano passado. O aumento exponencial explica-se pelo facto da TTSL já ter recebido a totalidade da frota de 10 navios e da operação elétrica abranger agora Seixal (100%) e Cacilhas.
Numa análise mais detalhada por cada uma das ligações, conclui-se que a travessia Seixal-Cais do Sodré registou um dos aumentos mais significativos (15%), tendo passado de 88 714 para 102 184 passageiros transportados nos períodos homólogos em análise. Um crescimento que coincide com a consolidação da operação 100% elétrica nesta ligação fluvial.
A subida percentual mais alta registou-se na ligação à Trafaria (20%), o que em termos absolutos significa que o número de passageiros subiu de 26 929 para 32 255.
Barreiro, a ligação fluvial com mais procura, continua a crescer: foram transportados 987 513 passageiros em março de 2026, mais 5% do que em igual período do ano passado (937 675).
A ligação de Cacilhas, que em novembro de 2025 passou também a ser operada por navios elétricos, observou um aumento de procura de 12% – cresceu de 559 937 para 625 281 passageiros transportados no período em análise. Deste total de passageiros, 365 216 viajaram em elétricos.
Já o número de passageiros que escolheram a rota do Montijo aumentou de 92 167 para 93 546, ou seja, mais 2% relativamente a março do ano passado. 754 fizeram a travessia em navios elétricos.
“Este aumento da procura significa que as pessoas confiam cada vez mais na TTSL. Sabem que somos previsíveis e fiáveis, que podem viajar confortavelmente, sempre sentadas, que poupam tempo a fazer a travessia do Tejo. No final do dia, ganham qualidade de vida e dão também um contributo para a descarbonização”, considera o presidente da TTSL – Transtejo Soflusa, Rui Rei.
O transporte de veículos na ligação fluvial Trafaria-Porto Brandão-Belém encontra-se interrompido desde domingo, na sequência de uma avaria no Lisbonense, o único ferry que estava a operar esta rota.
A TTSL – Transtejo Soflusa está a desenvolver todos os esforços para que a reparação do navio, que ocorrerá em estaleiro, seja concluída com a maior brevidade possível, por forma a garantir a reposição do serviço de transporte de veículos antes de 25 de abril.
Durante o período de reparação do Lisbonense, o transporte de passageiros nesta ligação realiza-se de acordo com os horários em vigor.
A avaria do Lisbonense ocorre numa altura em que o ferry Almadense se encontra igualmente imobilizado para manutenção. Ambos os navios entraram ao serviço em 2011 e são os únicos a integrar a frota destinada ao transporte de viaturas nesta ligação entre as duas margens do Tejo.
“Esta situação, que obriga à suspensão temporária do transporte de viaturas, resulta da falta de planeamento e investimento na manutenção da frota verificada nos últimos anos, com graves prejuízos para os nossos clientes e com impacto negativo para a imagem da empresa”, considera Rui Rei, o presidente da TTSL – Transtejo Soflusa.
A edição de primavera da Corrida Sempre Mulher 2026 realiza-se no dia 12 de abril, pelas 10h30, na Praça dos Restauradores, em Lisboa.
As inscrições estão abertas para a Corrida de Competição (exclusiva para mulheres) e para a Caminhada (participação aberta a todos/as). Tal como nas Caminhadas anteriores, cada participante pode levar consigo, a sua família, amigos/as e o seu animal de estimação (escalão Team Pet).
A TTSL, solidária com a causa da “luta contra o cancro da mama”, apoia, mais uma vez, a iniciativa através da oferta de 50% do valor do bilhete simples, em todas as ligações fluviais, mediante apresentação do n.º do dorsal comprovativo de participação no evento (oferta válida apenas no dia 12 de abril. Valor do cartão de suporte – 0,50€ – a cargo de cada participante).
Participe neste evento e contribua para a atividade da “Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama”, a qual presta cuidados de medicina preventiva, curativa e de reabilitação a pessoas com doença oncológica.
Saiba mais informação e inscreva-se através de site oficial da Corrida.
Embarque connosco nesta causa!
O presidente da TTSL falou ao ECO/Local Online na sua primeira grande entrevista desde a tomada de posse a 13 de outubro.
Leia a entrevista completa através dos seguintes links:
Transtejo tenta travar abate: “Estamos a recuperar alguns dos navios para os pôr a operar”
“Financiamento do Estado pode ser reduzido a metade” na Transtejo
Tempestades: nas derrocadas em Porto Brandão, “quem fez a evacuação foi a Transtejo”
Esta manhã, o presidente do Conselho de Administração da TTSL – Transtejo Soflusa, participou, enquanto orador, numa palestra inserida na conferência WATTS UP 2026.
Acompanhado por Alejandro Zorzo, Marine Market Country Manager da ABB Marine & Ports, e por Luis Mourelle, Commercial Director da GONDAN Shipbuilders, Rui Rei apresentou o projeto da frota elétrica, destacando que “a TTSL escolheu navios 100% elétricos, principalmente, para liderar a descarbonização do transporte fluvial no rio Tejo e cumprir metas de sustentabilidade ambiental e eficiência operacional”.
Este evento decorre em Espanha, entre 3 e 5 de março, no Palau de Congressos de Palma, e conta com a presença de mais de 200 especialistas, proporcionando um ambiente único para a partilha de conhecimento e networking. A agenda inclui palestras técnicas, demonstrações reais de embarcações elétricas e o contacto direto com os principais líderes do setor.
Sendo a maior conferência dedicada a baterias marítimas, o WATTS UP é o ponto de encontro essencial para profissionais que projetam sistemas híbridos e procuram soluções energéticas sustentáveis para o futuro da navegação.
O presidente do Conselho de Administração da TTSL – Transtejo Soflusa, Rui Rei, é o convidado do 16.° episódio do Mobi Boom, um podcast semanal do Expresso sobre mobilidade, inovação e qualidade de vida nas cidades.
No episódio desta semana, Rui Rei, entre os desafios operacionais, o futuro dos navios elétricos e a necessidade de maior integração entre operadores, partilha a sua visão para travessias mais fiáveis, sustentáveis e adaptadas ao ritmo atual da cidade de Lisboa.
Nesta entrevista a Luís Costa Branco, o presidente destaca, ainda, que a TTSL representa uma ligação vital para milhares de trabalhadores que entram diariamente na capital e que, neste momento, se encontra numa fase de mudança de paradigma de credibilidade.
O Cegonha-Branca não é apenas um navio. Foi o primeiro de dez navios elétricos adquiridos pela TTSL – Transtejo Soflusa. Representou um novo começo, uma nova ambição, uma nova visão para o futuro da nossa empresa.
Recebido a 24 de março de 2023, entrou ao serviço em setembro de 2024, após um período de experiências. Navegou durante cerca de 4 meses até sofrer um acidente na Doca 13, em Cacilhas, a 22 de janeiro de 2025.
Desde então, ficou ali. Silencioso. Exposto à água, ao tempo, à incerteza. Foi alvo de descuido, sofreu canibalização de peças e, para muitos, tornou-se apenas um símbolo de algo que não resultou. Houve quem acreditasse que não voltaria a navegar.
Mas há algo mais forte do que o desgaste. Mais forte do que o ceticismo. Mais forte do que as dificuldades: a determinação de quem não desiste.
Um ano e um mês depois, o Cegonha-Branca saiu da Doca com destino ao estaleiro para ser reparado. E nesse momento não saiu apenas um navio — saiu a prova de que somos capazes de recuperar, reconstruir e seguir em frente.
Este navio é hoje um símbolo da resiliência de todos os que acreditam na transformação da nossa empresa. De todos os que, mesmo perante adversidades, continuam a trabalhar com dedicação, sentido de missão e orgulho.
Vamos crescer.
Vamos melhorar.
Vamos servir mais e melhor.
Vamos respeitar ainda mais os nossos clientes.
Porque tal como o Cegonha-Branca, também nós não desistimos.
Nesta quadra festiva, a TTSL – Transtejo Soflusa, volta a unir esforços com a ANSR – Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária para lembrar todos os condutores da importância de escolhas seguras ao volante.
Com o objetivo de apelar a todos os que circulam nas estradas e nas ruas que o façam em segurança, a ANSR convoca-nos a dar prioridade à vida, numa altura do ano em que as deslocações são mais frequentes e longas, para que possamos chegar à ceia de Natal, aos locais de encontro familiar ou de diversão e regressar segurança.
No Ano Novo, opte pela segurança e ofereça o melhor presente: a sua presença.
Embarque nesta missão para que, juntos, possamos contribuir para o desígnio nacional de Salvar Vidas na Estrada.
A TTSL participou, a 18 de dezembro, no exercício anual de proteção do Porto de Lisboa, uma operação que envolveu as principais forças de segurança e autoridades marítimas do país, incluindo a Polícia Marítima, GNR, PSP e o SIS.
Um dos momentos centrais do treino foi a simulação do sequestro do cacilheiro “Sintrense”, cenário que exigiu uma coordenação rigorosa entre todas as entidades envolvidas. Para além de testar a rapidez dos fluxos de comunicação e a eficácia na tomada de decisão, o exercício serviu para evidenciar a importância estratégica da frota da TTSL no quotidiano do Porto de Lisboa.
Com esta participação, a TTSL reforça a sua prontidão operacional e garante que as suas tripulações e protocolos estão preparados para assegurar um serviço público protegido e confiável.